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A Incrível “Maldição” de Tutancâmon Seria Real? “Matarei a Todos que Cruzarem esta Entrada”

Por Rainer Sousa

As lendas e mitos que cercam as pirâmides atraem muitas pessoas e reforçam o lado misterioso que cerca a antiga cultura egípcia. Esse mistério começou a ser instigado com a febre de escavações e expedições arqueológicas que tomaram conta das antigas cidades egípcias. Em 1923, um grupo de pesquisadores comemorou a descoberta da tumba de um faraó com mais de 3000 anos de existência.

Este faraó era o lendário Tutancâmon, que teve sua múmia encontrada ao lado de artefatos em ouro, bacias cheias de grãos e uma inscrição egípcia prometendo que a morte afligiria todo aquele que viesse a perturbar o sono do faraó. Mesmo com seu tom ameaçador, aquele e outros avisos não foram capazes de sanar a cobiça dos saqueadores de tumbas que violaram o descanso de diversas outras múmias. Será que a maldição atingiria aqueles que ignoravam o silencioso aviso?

Em meio a tantas lendas, o arqueólogo Howard Carter resolveu embrenhar-se na região do Vale dos Reis à procura dos artefatos pertencentes a algum faraó egípcio. Chegando por ali por volta de 1916, a equipe liderada por esse pesquisador não acreditava nos avisos que diziam ser impossível encontrar algum tesouro arqueológico entre tantas escavações inacabadas. Seis anos depois, Howard ainda não havia conseguido encontrar pistas de um desconhecido rei egípcio que havia sido enterrado naquela região.

Obcecado por suas hipóteses, tentou organizar uma última escavação em uma região ocupada por algumas cabanas. Depois de remover as rudimentares construções do local, as primeiras escavações foram presenteadas com o encontro de uma escadaria. Alguns dias depois, a equipe de Carter percebeu que se tratava de um acesso a uma passagem obstruída. Aquela descoberta impulsionou um trabalho mais intenso que, logo em seguida, desbloqueou um corredor que dava acesso a uma outra porta.

A porta possuía um lacre visivelmente quebrado e, posteriormente, reconstruído. Tal indício diminui as expectativas de Howard Carter em encontrar um tesouro arqueológico intacto. Depois vencer o obstáculo de uma última porta, a equipe arqueológica deparou-se com uma sala abarrotada de artefatos de grande detalhe e um trono revestido em ouro. Nessa sala percebeu a existência de uma outra porta onde, por uma fresta, identificou-se um novo cômodo.

Após essas descobertas, Carter teve a astúcia de fechar os acessos àquele local e lançar um monte de entulho na via de acesso a escadaria. Meses depois, levantou uma maior quantidade de recursos e especialistas para trabalharem naquele grande achado. Voltando à primeira sala, retirou e catalogou todos os seus objetos. Dessa vez, abriu o segundo cômodo e lá deu de cara com uma enorme urna funerária que ocupava quase todo o espaço do lugar.

Em quase três meses de trabalho, removeu outras três urnas menores depositadas dentro da urna maior. No interior da última urna descobriu um pesado sarcófago feito em pedra. Após contar com o auxílio de um guindaste para remover o tampo de pedra, Howard Carter retirou um véu de linho que cobria uma bela máscara mortuária feita em ouro, vidro e pedras coloridas; e um ataúde no formato de um corpo. Depois disso, duas novas camadas de máscaras e ataúdes foram retirados do interior do sarcófago.

Arqueólogo Howard Carter descobre a tumba de Tutancâmon

Passados tantos obstáculos, a equipe de arqueólogos vislumbrou o corpo do faraó Tutancâmon queimado e enrijecido pelas resinas utilizadas em seu processo de mumificação. A mais valiosa descoberta arqueológica da época foi alcançada depois de anos de dedicação. No entanto, a riqueza da descoberta reavivou os rumores da famosa maldição de Tutancâmon. Já na primeira vez que descobriu a escadaria, o canário de Carter foi comido por uma cobra, indicando o primeiro mau presságio.

Na época em que a tumba foi descoberta, o empresário Lorde Carnavon – financiador da equipe de Carter – foi um dos primeiros a conhecer o sarcófago. Logo em seguida, o empresário teve uma ferida infecciosa provocada pela picada de um mosquito. O estado febril acabou levando-o à morte em poucos dias. Antes de morrer, disse à irmã que Tutancamon o havia convocado. No dia em que faleceu, o cachorro do empresário foi vítima de um enfarte fulminante.

A notícia da morte de Lorde Carnavon logo agitou os esotéricos e supersticiosos sobre as maldições daquela tumba faraônica. Depois do ocorrido, Arthur Mace – integrante da equipe de Carter – morreu repentinamente no mesmo hotel em que Carnavon passou seus últimos dias. Joel Woolf, dono das primeiras fotos de Tutancamon, e Richard Bethell, secretário de Carter, também faleceram em condições inexplicáveis. Nessa mesma funesta coincidência se juntaram a irmã e a mulher de Carnavon.

Ao longo de seis anos após a descoberta, trinta e cinco pessoas ligadas à descoberta da múmia de Tutancâmon morreram em condições misteriosas. Para combater as lendas e explicações sobrenaturais, cientistas levantaram a hipótese de que alguma substância tóxica ou fungo venenoso fora criado na época para que ninguém viesse a profanar aquela sala mortuária. Outros ainda chegaram a afirmar que os egípcios já conheciam a energia atômica e teriam depositado urânio nas tumbas.

Durante o século XX, o alvoroço causado pela maldição das tumbas acabou perdendo sua força mediante outras tranqüilas descobertas arqueológicas. Mesmo que as explicações científicas para as tragédias fossem plausíveis, o desencadear de tantas mortes não consegue ser explicado satisfatoriamente como uma simples eventualidade. O desconhecido ainda encobre esse episódio.
Fonte:http://historiadomundo.uol.com.br 
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Teoria da terra Oca

Os Índios Macuxi sabem da Existência de um Outro Mundo dentro do Nosso Planeta?

Apresentam os Macuxíes, que até 1907 entraram em uma caverna e andaram entre treze e quinze dias, até o interior. Lá, “o outro lado do mundo,” vivem “grandes homens”, medindo entre 3 e 3,5 metros.
Certamente índios Macuxi tribo sabia da existência do mundo interno cerca de cem anos atrás. Mas quanto a credibilidade tem suas lendas?
Se a “Viagem ao Centro da Terra”, o clássico deJules Verne, era realmente verdade? E ali naquele lugar um novo mundo estava esperando para ser explorado, um lugar onde de alguma forma, os seres vivos habitam as profundezas do nosso planeta, um lugar que culturas e civilizações antigas sabiam que existia, ou que ainda existe hoje.
Os índios Macuxi são indianos que vivem na Amazônia, em países como Brasil, Guiana e Venezuela. De acordo com suas lendas, eles são os descendentes dos filhos do Sol, o criador de fogo e doença e de proteção do “interior da Terra.”
Lendas orais falam de uma entrada na Terra. Até 1907, os Macuxies entraram numa espécie de caverna, e viajaram 13 a 15 dias até que chegaram ao interior. É lá, “do outro lado do mundo, no interior da Terra”, onde criaturas gigantes que são cerca de 3-4 metros de altura.
De acordo com Macuxies foi dada a tarefa de monitoramento para fora da entrada e evitar que estranhos entrem na “Terra oca.” Lendas dizem que as pessoas Macuxi entram na caverna misteriosa, durante três dias, apenas a gigantes descem escadas , medindo cerca de 80 centímetros cada etapa.
Após o terceiro dia, eles deixam para trás suas tochas, e continuam sua jornada “dentro” da Terra iluminado pelas luzes que já estavam presentes nas cavernas. gigantes, do tamanho de uma melancia, brilhando como o sol. Após 4-5 dias de viagem, aqueles dentro da caverna perdem peso e massa corporal, o que lhes permite mover muito mais rápido.
As lendas do Macuxi dizem que após 5 dias no interior das cavernas, eles iriam por enormes cavernas cujos terraços não podia ser visto e uma das câmaras do sistema de cavernas, há quatro objetos “como o Sol”, que são impossível de assistir, cujo propósito é desconhecido para a aldeia Macuxi.
No interior da Terra, há lugares onde as árvores são capazes de produzir alimentos. O Macuxi dizem cajúes frutas como, carvalho, mangas, bananas e algumas plantas menores estão em 6-7 dias em sua jornada.
Quanto mais o povo Macuxi se mudou para a Terra, grandes áreas de vegetação observou. Mas nem todas as áreas são de cor verde e próspero. O povo Macuxi dizem que alguns lugares são extremamente perigosos e devem ser evitados, como aqueles com fervente pedra e córregos “azoge”.
Macuxi tradições orais continuam e dizer que depois de passar por estas câmaras gigantes, metade da viagem tinha decorrido, eles têm que se mover com cuidado como o “ar” misterioso pode levar as pessoas a “voar ou flutuar” ao redor.
Continuando sua jornada, eles chegam a um lugar no interior da Terra, onde os gigantes viveram. Lá, os exploradores Macuxi comem alimentos gigantes como maçãs do tamanho de cabeças humanas, as uvas do tamanho de um punho humano, e deliciosos peixes gigantes foram capturados pelos gigantes e os Macuxi dados como presentes.
Após abastecer com alimentos gigantes oferecidos pelos exploradores Macuxi retornam “casa” para o mundo “de fora”, ajudados pelos gigantes do mundo interior.
Diz que os Macuxi são os “guardiões” do submundo, guarda a entrada para o interior da Terra, e suas lendas falam de uma terra no interior da terra, que é cheio de incrível poder e riqueza.
Esta lenda é claro, é considerado por muitos como apenas isso, uma outra história ancestral. Mas para os Macuxi, a sua “lenda” era tão real quanto ele ganha pronto, e eles eram os protetores da entrada para os exploradores britânicos vieram para a Amazônia em busca de ouro e diamantes, se aventurar nas cavernas, e nunca mais voltaram.
Desde a última reunião com eles, os gigantes Macuxi dizem que seriam punidos por não cumprir com as suas obrigações e as “lendas” dos gigantes desapareceram ao longo dos anos.
Há mais alguma coisa na tribo Macuxi misteriosa? Diz que a Terra Oca existem em muitas civilizações antigas e culturas ao redor do mundo.
A existência de criaturas gigantes que habitam o nosso planeta é outro fato presente em dezenas de culturas antigas em todo o mundo, até mesmo presentes em textos religiosos, como a Bíblia.
Existe uma entrada para o interior da Terra ou existiu no passado?
Diagrama da Terra como uma bola de fogo gigante livro ‘Underworld’ 1678
 vídeo abaixo
fonte: perfilmundial
Creditos: UFOS ONLINE

Você já ouviu as histórias da “Condessa Drácula”?! Hoje você vai conhecer Elisabeth Báthory

Elisabeth Báthory (também conhecida como Isabel Báthory, ou em húngaro, Erzbéth Báthöry) nasceu em 1560 e morreu em 1614; foi uma condessa húngara de uma renomada família que entrou para a história por uma suposta série de crimes hediondos e cruéis que teria cometido, vinculados com sua obsessão pela beleza. Como consequência, ela ficou conhecida como “condessa sangrenta” e “condessa Drácula”.

A maior parte da vida adulta de Elisabeth Báthory foi passada no Castelo de Csejte, no oeste da atual Eslováquia. Os Báthory faziam parte de uma das mais antigas e nobres famílias da Hungria e dominavam a região. Era filha do barão Jorge Báthory, do ramo Ecsed, irmão do príncipe András da Transilvânia. A mãe de Elisabeth era do ramo Somlýo da família, chamava-se Anna Báthory e era irmã, entre outros, do rei da Polônia e do príncipe de Siebenbürgen (Transilvânia). Elisabth era ainda prima do marido da arquiduquesa Maria Cristina de Habsburgo, filha de Carlos II da Áustria.

Elisabeth cresceu em uma época em que os turcos haviam conquistado a maior parte do território húngaro, que servia de campo de batalha entre os exércitos do Império Otomano e a Áustria dos Habsburgo. A área era também dividida por diferenças religiosas. A família Báthory se juntou à nova onda de protestantismo que fazia oposição ao catolicismo romano tradicional.

Quando criança, ela sofreu doenças repentinas, acompanhadas de intenso rancor e comportamento incontrolável. Em 1571, seu tio István Báthory tornou-se príncipe da Transilvânia e, mais tarde na mesma década, ascendeu ao trono da Polônia. Foi um dos regentes mais competentes de sua época, embora seus planos para a unificação da Europa contra os turcos tivessem fracassado em virtude dos esforços necessários para combater Ivan, o Terrível, que cobiçava seu território.

Casamento e início do sadismo e das loucuras…
Vaidosa e bela, Elisabeth ficou noiva do conde Ferenc Nádasdy aos onze anos de idade, passando a viver no castelo dos Nádasdy, em Sárvár. Em 1574, ela engravidou de um camponês quando tinha apenas 14 anos. Quando sua condição se tornou visível, escondeu-se até a chegada do bebê: a criança seria uma menina chamada Anastasia, dada então a um casal de camponeses, ao que se supõe pagos pela família Báthory para que fugissem do reino com a bastarda.

O casamento com Ferenc ocorreu em maio de 1575. O conde Nadasdy era militar e, frequentemente, ficava fora de casa por longos períodos. Nesse meio tempo, Elisabeth Báthory assumia os deveres de cuidar dos assuntos do castelo da família Nadasdy. Foi a partir daí que suas tendências sádicas começaram a revelar-se – com o disciplinamento de um grande contingente de empregados, principalmente mulheres jovens.

À época, o comportamento cruel e arbitrário dos detentores do poder para com os criados era comum; contudo, o nível de crueldade de Elisabeth era notório. Ela não apenas punia os que infringiam seus regulamentos, como também encontrava todas as desculpas para infligir castigos, deleitando-se na tortura e na morte de suas vítimas. Espetava alfinetes em vários pontos sensíveis do corpo das suas vítimas, como, por exemplo, sob as unhas ou nos mamilos. No inverno, executava suas vítimas fazendo-as se despir e andar pela neve, despejando água gelada nelas até morrerem congeladas.

Quando se encontrava no castelo, o marido de Báthory juntava-se a ela nesse tipo de comportamento sádico e até lhe ensinou algumas modalidades de punição: o despimento de uma mulher e o cobrimento do corpo com mel, deixando-o à mercê de insetos, por exemplo.

O conde Nádasdy morreu em 1604, e Erzsébet mudou-se para Viena após o seu enterro. Passou também algum tempo em sua propriedade de Beckov e no solar de Čachtice, ambos localizados onde é hoje a Eslováquia. Esses foram os cenários de seus atos mais famosos e depravados.

Nos anos que se seguiram à morte do marido, a companheira de Elisabeth no crime foi uma mulher de nome Anna Darvulia, de quem pouco se sabe a respeito: muitos afirmam que Darvulia teria sido uma sábia e temida ocultista, alquimista e talvez praticante de rituais de magia negra, que terá incutido na própria Elisabeth, de quem se diz ter sido amante (é conhecida a bissexualidade da condessa). Quando Darvulia faleceu (cerca de 1609), Elisabeth se voltou para Erzsi Majorova, viúva de um fazendeiro local, seu inquilino. Majorova parece ter sido responsável pelo declínio mental final de Elisabeth, ao encorajá-la a incluir algumas mulheres de estirpe nobre entre suas vítimas às quais bebia o sangue. Em virtude de estar tendo dificuldade para arregimentar mais jovens como servas à medida que os rumores sobre suas atividades se espalhavam pelas redondezas, seguiu os conselhos de Majorova. Em 1609, ela matou uma jovem nobre e encobriu o fato dizendo que fora suicídio.

Elisabeth, ao longo de sua carreira sanguinária, contou também com a ajuda de quatro fieis cúmplices: Janos (também apelidado de “Ficzko”), um jovem demente mental que ajudava no ocultamento dos cadáveres e no funcionamento dos instrumentos de tortura; Helena Jo, ama dos filhos de Elisabeth e enfermeira do castelo; Dorothea Szentos (ou “Dorka”), uma velha governanta; e Katarina Beneczky, uma jovem lavadeira acolhida pela condessa.

Prisão e morte…
No início do verão de 1610, tiveram início as primeiras investigações sobre os crimes de Elisabeth Báthory. Todavia, o verdadeiro objetivo das investigações não era conseguir uma condenação, mas sim confiscar-lhe os bens e suspender o pagamento da dívida contraída ao seu marido pelo rei Matias II.

Elisabeth foi presa no dia 26 de dezembro de 1610. O julgamento teve início alguns dias depois, conduzido pelo conde Thurzo, um primo de Elisabeth a quem muito convinha a condenação da condessa. Uma semana após a primeira sessão, foi realizada uma segunda, em 07 de janeiro de 1611. Nesta, foi apresentada como prova uma agenda encontrada nos aposentos de Elisabeth, a qual continha os nomes de 650 vítimas, todos registrados com a sua própria letra.

Elisabeth não esteve presente em nenhuma das sessões do julgamento. Seus cúmplices foram condenados à morte, sendo a forma de execução determinada por seus papéis nas torturas: “Ficzko” foi decapitado e queimado; “Dorka”, Helena e Erzsi viram seus próprios dedos serem cortados e foram atiradas para a fogueira ainda vivas. Apenas Katarina foi ilibada e sua vida poupada, provavelmente devido a esta se ter envolvido amorosamente com um dos juízes.

Elisabeth Báthory foi condenada à prisão perpétua, em solitária. Foi encarcerada em um aposento do castelo de Čachtice, sem portas ou janelas. A única comunicação com o exterior era uma pequena abertura para a passagem de ar e de alimentos. A condessa permaneceu aí os seus três últimos anos de vida, tendo sido encontrada morta em 21 de agosto de 1614, não se sabendo ao certo a data da sua morte, já que foram encontrados no aposento vários pratos de comida intactos. Foi sepultada nas terras dos Báthory, em Ecsed.

Julgamento e documentos…
No julgamento de Elisabeth Báthory, não foram apresentadas provas sobre as torturas e mortes, baseando-se toda a acusação no relato de testemunhas. Foi encontrado um diário no quarto da condessa, no qual estavam registrados os nomes de cada vítima de Báthory com sua própria letra. É de destacar, também, que as confissões dos cúmplices de Báthory acerca dos crimes desta foram obtidas sob tortura. Após sua morte, os registros de seus julgamentos foram lacrados porque a revelação de suas atividades constituiriam um escândalo para a comunidade húngara reinante. O rei húngaro Matias II proibiu que se mencionasse seu nome nos círculos sociais.

Elisabeth Báthory na cultura popular e lendas envolvendo seu nome…
A chamada “Condessa Drácula” é uma personagem muito popular no Leste Europeu e na Rússia, como o Marquês de Sade é comum na cultura ocidental por conta de seu sadismo (seu nome deu origem a essa perversão sexual de obter prazer através de subter o parceiro à dor). Desta forma, o nome de Báthory e sua família está envolta em uma série de lendas bastante antigas na Hungria, na República Tcheca, na Eslováquia, na Romênia, na Polônia e na Rússia.

Não foi senão cem anos mais tarde que um padre jesuíta, László Turoczy, localizou alguns documentos originais do julgamento e recolheu histórias que circulavam entre os habitantes de Čachtice. Turoczy incluiu um relato de sua vida no livro que escreveu sobre a história da Hungria. Seu livro sugeria a possibilidade de Elisabeth ter-se banhado em sangue várias vezes. Publicado no ano de 1720, o livro surgiu durante uma onda de interesse pelo vampirismo na Europa oriental. Assim começou a espalhar-se o mito de que Elisabeth eventualmente bebia e se banhava no sangue das meninas que matava.

Diz-se que certo dia a condessa, já sem o frescor da juventude, estava a ser penteada por uma jovem criada, quando esta puxou os seus cabelos acidentalmente. Instintivamente, Elisabeth virou-se para ela e espancou-a com tamanha brutalidade, que algum sangue espirrou e algumas gotas caíram na sua mão. Ao remover o sangue, pareceu-lhe que este havia rejuvenescido a sua pele. Foi após esse incidente que passou a banhar-se em sangue de virgens, pois estas não estavam corrompidas pelo pecado original, sendo assim seu sangue puro e eventualmente milagroso. Reza a lenda que, em um calabouço, existia uma gaiola pendurada no teto construída com lâminas, ao invés de barras. A condessa se sentava em uma cadeira embaixo desta gaiola. Então, era colocada uma donzela nesta gaiola e “Ficzko” espetava e atiçava a prisioneira com uma lança comprida. Esta se debatia, o que fazia com que se cortasse nas lâminas da gaiola, e o sangue resultante dos cortes banhava a condessa.

Uma segunda história refere-se ao comportamento de Elisabeth Báthory após a morte do marido, quando se dizia que ela se envolvia com homens mais jovens. Numa ocasião, enquanto passeava na aldeia na companhia de um desses homens, viu uma mulher de idade avançada e perguntou a ele: “O que farias se tivesses de beijar aquela bruxa velha?”. O homem respondeu com palavras de desprezo. A velha, entretanto, ao ouvir o diálogo, acusou Elisabeth de excessiva vaidade e acrescentou que a decadência física era inevitável, mesmo para uma condessa. Diversos historiadores têm relacionado a morte do marido de Erzsébet e esse episódio com seu receio de envelhecer.

Hoje em dia, também há quem creia que a condessa tenha sido, ela própria, uma vítima da ambição humana: ela era a mulher mais rica da Hungria, o próprio rei lhe devia uma fortuna, seu latifúndio correspondia a cerca de 2/3 do território húngaro e ela era, de longe, a aristocrata mais poderosa do clã Báthory. Nunca foram encontradas provas concretas dos crimes bárbaros creditados à condessa, podendo toda a história da sua vida ter sido forjada pelos nobres da época.

Vídeo: Lixo espacial explode sobre o céu de La Paz, na Bolívia

Reentrada do satelite JB-3A, em marco de 2016
Reentrada do satélite JB-3A, em março de 2016, registrada em La Paz pelo boliviano Adrian Villavicencio Angus, que publicou o vídeo no Youtube.

Ao que tudo indica, o fragmento era o satélite de sensoriamento remoto chinês Zhangguo Ziyuan 2 – JB-3A, código internacional 26481, lançado em 1 de setembro de 2000 a partir do complexo Taiyuan LC1.

Fogo-de-santelmo

Fogo-de-santelmo: você já ouviu falar neste fenômeno natural tão estranho?

O fogo-de-santelmo – também conhecido como fogo de São Telmo, ou fogo de Santo Elmo – tem despertado a curiosidade dos seres humanos desde o início da humanidade, há milênios. Assustador para os leigos, muito simples para os estudiosos, mas em ambos os casos são simplesmente fenômenos fascinantes que geraram lendas, histórias, boatos e folclores. No post de hoje vamos nos debruçar a explicar um pouco sobre esse fenômeno da natureza. Voilà!

Genericamente, o fogo-de-santelmo consiste em uma descarga eletroluminescente provocada pela ionização do ar num forte campo elétrico provocado pelas descargas elétricas. Mesmo sendo chamado de “fogo”, é na realidade um tipo de plasma provocado por uma enorme diferença de potencial atmosférico, parecendo mais com um relâmpago insistente, que demora a apagar.

O fenômeno deve seu nome a São Pedro Gonçalves Telmo ou a Santo Erasmo, também conhecido como Santo Elmo, ou São Telmo, santos padroeiros dos marinheiros e barqueiros, que haviam observado o fenômeno desde a Antiguidade, e acreditavam que a sua aparição era um sinal propício e que acalmava a tempestade. Ou seja, desde os tempos mais antigos o fogo-de-santelmo está envolvido com o obscuro, o sobrenatural, o outro mundo, espíritos etc.

Fisicamente, é um resplendor brilhante de cor branco-azulado que, em algumas circunstâncias, tem o aspecto de um fogo com faísca dupla (ou tripla), que surge de estruturas altas e pontiagudas – tais como: mastros, cruzes de igrejas, chaminés etc. Como antigamente, há muitos séculos, as estruturas mais altas eram as igrejas e templos de um modo geral, o fenômeno ganhou as conotações sobrenatural e religiosa. Ele se observa com frequência nos mastros dos barcos durante as tormentas elétricas no mar, alterando a bússola, para desassossego da tripulação. Benjamin Franklin já observara, em 1749, que o fenômeno é de natureza elétrica, desbanalizando o “achismo” com relação ao obscurantismo do fenômeno.

O fogo-de-santelmo também ocorre com frequência em aviões – e há vários vídeos na internet mostrando-os. Também aconteciam nos dirigíveis, quando eles eram comuns e, com isso, havia risco para passageiros e tripulantes, já que muitos deles eram inflados com hidrogênio, gás extremamente inflamável e explosivo. Ao longo da história, por exemplo, temos vários registros de acidentes com dirigíveis e várias mortes por conta disso.

Outro ponto interessante é que o fogo-de-santelmo pode aparecer entre as pontas dos chifres dos bovinos durante as tormentas elétricas, e em objetos afiados e pontiagudos em meio a um tornado. Entretanto, vale ressaltar que ele não é o mesmo que o fenômeno denominado raio globular, mesmo estando relacionados.

Na Grécia Antiga, a aparição de um único fogo-de-santelmo era chamado de Helena, e, quando eram dois, eram chamados de Castor e Pólux, todos eles relacionados a personagens míticos extremamente importantes para a religião daquela época.

Historicamente, referências ao fogo-de-santelmo podem ser encontradas em mitologias gregas, chinesas, celtas, coreanas, romanas etc. Na China medieval, por exemplo, era sinal de boa viagem para os marinheiros, uma vez que eles entendiam o fenômeno como bênçãos da deusa Mazu. Na obra clássica do português “Os Lusíadas”, Camões se refere ao fogo-de-santelmo como “corpus sanctos”.

Até Charles Darwin, durante sua jornada mundial em seu navio Beagle, para estudar a evolução das espécies, escreveu sobre o fogo-de-santelmo em sua embarcação, na altura do Rio da Prata, na Argentina, já apontando sobre um possível fenômeno meteorológico e físico, desbanalizando o folclore de diversos países.

Curiosamente, em 1899 o físico Nikola Tesla criou um fogo-de-santelmo em suas experiências laboratoriais, comprovando que este era um fenômeno elétrico que poderia ser produzido e repetido em laboratório, o que abriu ainda mais o campo para o estudo da eletricidade controlada. Ou seja, poderíamos dizer que graças ao fogo-de-santelmo, atualmente, temos energia elétrica em nossas casas, trabalho etc.

Um fato interessante é que as caixas pretas do avião da Air France, do voo 447, que ligava o Rio de Janeiro a Paris, e caiu no oceano em 2009, mostrou que antes de cair, o avião teve imensa atividade de fogo-de-santelmo por longos 23 minutos, o que poderia ter ajudado na queda do avião, mas isso são simples suposições.

De modo geral, o fogo-de-santelmo sempre esteve envolto de mistério, mitologias, folclores e associações religiosas. Somente no século 19 que houve os primeiros estudos relacionando-os a fenômemos físicos e metereológicos. Entretanto, até mesmo o mestre Shakespeare usou o fenômeno para ilustrar uma das suas peças teatrais, “A tempestade”.

É válido notar que no Ocidente o fogo-de-santelmo sempre foi associado a eventos ruins, enquando que no Oriente ocorria o contrário: boa viagem, bons fluidos, boa proteção etc. Sempre o que é desconhecido pelo ser humano é atribuído ao desconhecido, aos deuses, ao Deus, à fé etc. Entretanto, a ciência cartesiana, metódica, construtura, veio criar uma nova visão sobre a ocorrência deste fenômeno, o fogo-de-santelmo.

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A Bruxa de Évora

Évora viveu em Portugal entre os anos de 1700 a 1800, acredito que não é “Évora” e sim Nanaime que é a essência da magia de Évora que foi apenas mais um dos corpos que Nanaime viveu.

O nome Évora não era o seu nome, ficou assim conhecida, pois vivia na cidade de Évora. Como ela morreu?

Évora morreu como sempre morre, traída pela parte que lhe é mais frágil o coração, o que continuará acontecendo vida após vida até que seja quebrado o que não se deve mudar.

Vou contar uma pequena história sobre os motivos de morte de Nanaime, a alguns milhares de anos quando a magia ainda era forte e homens viviam entre deuses, Nanaime fez-se apaixonar por um homem deus não me recordo perfeitamente o seu nome, pois tantos deuses já morreram e tantos outros já foram criados de tempos em tempos, isso ocorreu nas terras altas e o semideus a quem ela decidiu ser a mulher era um guerreiro, acredito que Normando, mas não posso afirmar com exatidão ele portava uma espada sagrada e podia controlar os ventos .

Nanaime tinha um grande plano, como era mortal decidira se unir a um semideus para ter uma cria que se manteria durante toda a eternidade, por ser uma senhora da magia sabia que para ter o amor verdadeiro teria que amar realmente, fez o que deveria ser feito e a partir desse momento passou a amar o semideus.Sua vida em conjunto durou alguns anos e mesmo amando esse senhor ela não conseguia gerar a sua cria.

Fez de tudo para que fosse gerado um filho, mas nada acontecia, e seu esposo como deus tinha suas responsabilidades e sempre estava excursionando por mares a serem descobertos.

Nanaime antes que seu marido fosse de volta aos mares tirou um pouco do seu sangue e ofertou a uma deidade proibida requisitando que lhe fosse dado um filho.

O filho foi concebido três meses após a saída dele em uma jornada, mas o filho era dele mesmo, mas Nanaime não tinha como comprovar a sua fidelidade.

Ele voltou, Nanaime esta preste a ter o filho, ele condenou Nanaime a morte por adultério e logo após o nascimento de sua filha foi morta por ele e seu corpo foi cortado em varias partes por sua espada e seus membros jogados ao mar, sua filha foi banida até os 14 anos quando foi morta e enterrada aos pés de uma arvore sagrada para que de lá sua alma nunca mais pudesse escapar.

Essa é a primeira historia de Nanaime, bem resumida é claro, pois muitas outras coisas ocorreram entre ela e sua filha.

Que poder tem Nanaime para trazer a história sempre para o presente?

Nanaime é uma essência da magia sempre ressurgida para restaurar o poder da magia, mesmo que em pequena escala, mas a magia é eterna e com isso as pessoas que fazem parte da magia ou de sua herança sempre recebem esta qualidade de “ser da magia” mesmo a magia estar sem poder ha sempre algo que a faça ressurgir e estas pessoas envolvidas pela antiga historiam sempre tendem a novamente vivenciá-la mesmo sendo em pequena escala ou grau inferior, mas as coisas sempre ocorrem para se garantir um fim

RAPTOS EXTRATERRESTRES

Durante os últimos 50 anos de ufologia, muitos acontecimentos curiosos e complexos vieram à baila, atrofiando a cabeça dos pesquisadores e trazendo traumas às pessoas que participaram no evento.
Dentro destes assuntos, um tem chamado mais a atenção dos ufólogos: A abdução, que ficou famosa pelas pesquisas realizadas pelo Sr. Budd Hopkins e pelo livro e depois filme “Intruders”. Sem dúvida, a abdução é um dos acontecimentos mais enigmáticos da ufologia moderna.
Os pesquisadores que já tiveram a oportunidade de estudar estes casos, sabem o quanto este assunto é complexo, traumático e indecifrável. A abdução consiste na remoção forçada de uma pessoa de um determinado lugar, sendo supostamente levado para o interior de uma nave onde é submetido a algumas experiências traumáticas e, quase sempre, reaparecendo em outro lugar completamente diferente e distante da posição original.
A pessoa normalmente permanece em um estado alterado de consciência de forma a não perceber o que esteja acontecendo (muitos abduzidos confirmam que talvez este estado tenha a finalidade de “protegê-los” de traumas futuros). As experiências podem ser de cunho laboratorial (médico/físico ou psicológico) ou apenas de cunho psicológico (contato com os não “greys”). Geralmente, as pessoas possuem pouco ou nenhuma memória sobre o ocorrido, permanecendo apenas um lapso de tempo em sua memória.
A melhor, e talvez a única, forma de conhecer a matéria é se envolvendo com ela. Somente conversando com possíveis abduzidos é que se pode ter a real noção da dimensão deste acontecimento e comprovar que a abdução é muito mais traumática do que se tem alertado. O que se vê são pessoas procurando desesperadamente por ajuda, pois por melhor que sejam os trabalhos realizados pelos ufólogos, apenas as consequências tem sido amenizadas, mas a causa ainda é uma incógnita
Credito:Grandes Mistérios

RUSSIA PRESSIONA USA A DIVULGAR VERDADE SOBRE OVNIS.

De acordo com o site www.eutimes.net, um impactante relatório do Ministério de Assuntos Exteriores da Rússia (MFA) sobre a agenda do Primeiro Ministro Russo, Dmitry Medvedev, no Fórum Econômico Mundial esta semana, a Rússia irá alertar o Presidente Obama que a “hora chegou” para o mundo saber a verdade sobre os alienígenas, e se os Estados Unidos não participar desta divulgação, o Kremlim a fará sozinho.

O Fórum é uma fundação Suíça, sem fins lucrativos, baseada em Cologny, Geneva e se auto descreve como uma organização focada na melhora da situação global.  E, como já noticiado aqui no OVNI Hoje, um documento do Fórum alerta que a descoberta de vida em outros planetas é um dos cinco “fatores X” a ser considerado atualmente e que a humanidade precisa se preparar para tal revelação.

Medvedev está agendado para falar na abertura do Fórum este ano, onde 50 cabeças de estado, participarão neste evento de cinco dias.  A abertura é hoje, 23 de janeiro de 2013.
Vamos ficar atentos caso isto realmente ocorra.

VER VIDEO: http://youtu.be/zHCSpm2kepo

Fonte: www.eutimes.net

15 Livros Misteriosos e Polêmicos

Ao longo da história humana livros foram escritos tanto para contar histórias, estórias, revelar descobertas científicas, mitos, lendas, guardar informações para posteridade, etc. Ao longo dos séculos alguns desses livros estiveram envolvidos em polêmicas, mistérios e debates diversos.
Na lista abaixo eu compartilho com vocês alguns desses livros. Alguns deles já foram tratados aqui no Noite Sinistra em postagens específicas, e os links para essas matérias se encontram distribuídos dentro da matéria, caso alguém tenha interesse em se aprofundar mais no assunto.

Emuna Elish

Para quem não sabe, os sumérios foram a primeira civilização reconhecida da História. Emuna Elish, talvez o primeiro livro do mundo, foi descoberto por Austen Henry Layard em 1849 (em forma fragmentada) nas ruínas da Biblioteca de Assurbanipal em Nínive (Mossul, Iraque), e publicado por George Smith em 1876.
O Enûma Eliš tem cerca de mil linhas escritas em babilônico antigo sobre sete tábuas de argila, cada uma com cerca de 115 a 170 linhas de texto. A maior parte do Tablete V nunca foi recuperada, mas com exceção desta lacuna o texto está quase completo. Uma cópia duplicada do Tablete V foi encontrada em Sultantepe, antiga Huzirina, localizada na Turquia. O único “probleminha” é a tradução da escrita suméria, que nem sempre é possível, deixando lacunas em alguns textos.
Este épico é uma das fontes mais importantes para a compreensão do cosmo na visão babilônica, centrada na supremacia de Marduk e da criação da humanidade para o serviço dos deuses. Seu principal propósito original, no entanto, não é uma exposição de teologia ou teogonia, mas a elevação de Marduk, o deus chefe da Babilônia, acima de outros deuses da Mesopotâmia.
O Enûma Eliš possui várias cópias na Babilônia e Assíria. A versão da biblioteca de Assurbanipal data do 7º século a.C. A composição do texto, provavelmente, remonta a Idade do Bronze, nos tempos de Hamurabi ou talvez o início da Era Cassita (cerca de 18 a 16 séculos a.C.), embora alguns estudiosos favoreçam uma data posterior a ca. 1100 a.C.
O que mais impressiona nesse livro é a descrição de aparatos, descrito pelo autor como “objeto dos deuses” que mais pareciam com nossos atuais aviões. Sem contar, claro, que boa parte dos livros sagrados que conhecemos parecem ter se inspirado nos escritos sumérios, entre eles, a Bíblia e o seu Gênesis que é extremamente semelhante ao Emuna Elish.
São várias as similaridades entre a história da criação no Enuma Elish e a história da criação no Livro do Gênesis. O Gênesis descreve seis dias de criação, seguido de um dia de descanso, enquanto que o Enuma Elish descreve a criação de seis deuses e um dia de descanso. Em ambos a criação é feita pela mesma ordem, começando na Luz e acabando no Homem. A deusa Tiamat é comparável ao Oceano no Gênesis, sendo que a palavra hebraica para oceano tem a mesma raiz etimológica que Tiamat.
Estas semelhanças levaram a que muitos estudiosos tivessem chegado à conclusão que ou ambos os relatos partilham a mesma origem, ou então uma delas é uma versão transformada da outra.

O livro da Sagrada Magia de Abramelin

O Livro da Magia Sagrada de Abramelin, o Mago, também nomeado como O Livro de Abramelin, conta a história de um mago egípcio chamado Abramelin, que ensina um sistema de magia a Abraão, o Judeu, alguém que viveu de 1362 a 1458.
Resumidamente, a Sagrada Magia de Abramelin trata de evocações/invocações – mas, obviamente, não da mesma forma que a Magia Enochiana. Nela, antes de mais nada, você precisa conseguir o contato com o seu Sagrado Anjo Guardião.
“O Santo Anjo que, desde o meu nascimento, havia sido designado por Deus Todo-Poderoso para ser meu guardião, falou-me com tanta doçura e afeto que meu coração ficou fascinado por ele. Não só me manifestou a verdadeira magia, como me facilitou os meios de obtê-la.
Ele me confirmou também a veracidade de todos os sinais que Abramelin me havia dado sobre a Cabala e me deu um sinal fundamental para obter outros sinais em minhas operações, se assim eu quisesse (…) Em tudo tenho sido assistido por Deus e seus Santos Anjos, de modo que tenho logrado êxito e grande prosperidade para nossa casa e confesso que rechaci verdadeiras riquezas que foram possíveis possuir.”
As demais evocações/invocações só poderiam ser feitas após o contato com o Sagrado Anjo Guardião. E eu insisto em chamar de evocações/invocações porque existem formas distintas de se enxergar a Sagrada Magia de Abramelin (clique AQUI para saber mais sobre ele).

Os Livros Do Destino

Eram os últimos anos do século 6 a.C. quando uma viajante entrou pelos portões de Roma e pediu uma audiência com Tarquínio, governante da cidade. A estrangeira trazia 9 livros que continham “revelações divinas”. Pediu 300 peças de ouro pelo lote, provavelmente escrito em folhas de palmeira ou papiro, já que não havia pergaminhos na época. Tarquínio recusou. Irritada, a desconhecida queimou 3 livros e ofereceu os restantes pelo mesmo preço. Proposta negada, ela destruiu outras 3 obras e repetiu a pedida. Impressionado, Tarquínio consultou seus sacerdotes e comprou os livros sobreviventes. Em seguida encerrou os volumes numa cripta subterrânea sob o Templo de Júpiter Capitolino – o mais importante da cidade.
Esse relato foi narrado por diversos historiadores antigos. Lactâncio, que viveu no século 3 d.C., afirmou que a desconhecida era Sibila de Cumas, sacerdotisa do deus Apolo, que tinha o dom da clarividência. Seus livros estariam repletos de profecias. Hoje, sabe-se que a maior parte da história não passa de lenda. O que não resolve o mistério. Por exemplo: havia, de fato, uma coleção de obras misteriosas nos subterrâneos do Templo de Júpiter. Era conhecida como Libri Fatales, os “Livros do Destino”, ou Libri Sibillini, os “Livros da Sibila”.
Escritos em grego, os volumes só podiam ser manuseados por sacerdotes conhecidos como quindecemviri, ou “os quinze homens”, e sob ordem expressa do Senado. Revelar seu conteúdo rendia a pena de morte. Os livros eram consultados sempre que uma calamidade se aproximava. Interpretando os versos, os sacerdotes encontravam a solução para o problema e prescreviam construções de templos, orações ou sacrifícios humanos. A enigmática coleção foi destruída em 83 a.C., quando o Templo de Júpiter ardeu em chamas. De seu conteúdo, restaram apenas alguns poucos versos.
A origem dos Libri até hoje intriga historiadores. Para o francês Raymond Bloch, as obras foram escritas pelos etruscos – povo que habitava a Itália antes de Roma ser fundada – e traduzidas para o grego. Há quem opine que tudo não passava de embuste. “Os livros podem ter sido forjados pelo próprio Tarquínio, que usaria as profecias para justificar suas decisões”, escreveu a espanhola Concha de Salamanca no Dicionário del Mundo Clássico.
A história dos Libri não acabou com o incêndio do templo. Até o século 4, escritores forjaram cópias da coleção para propagandear o cristianismo: os versos traziam previsões, “escritas séculos antes do nascimento de Jesus”, que falavam sobre a vinda do Messias. As farsas circularam pela Europa durante séculos e foram reunidas num único volume pelo editor Servatius Gallaeus, na Holanda. Isso em 1689.

Picatrix

Picatrix é um trabalho de composição que sintetiza trabalhos mais antigos sobre magia e astrologia. Uma das interpretações mais influentes sugere que ele deve ser considerado como um “manual de magia talismânica“. Pesquisadores o resumem como “a exposição mais completa da magia celestial em árabe”, indicando as fontes para o trabalho como textos sobre Hermetismo, Sabedoria, Islamismo, alquimia, astrologia e magia produzidos no Oriente Médio nos séculos IX e X dC.
O Picatrix é amplamente considerado como sendo um livro de magia árabe antigo. Originalmente escrito em árabe, o Picatrix foi um dos primeiros textos e mais importantes escritos sobre magia astrológica. Ele também detém a distinção de ser um dos maiores grimórios da história. Embora seja impossível confirmar quem realmente escreveu, é frequentemente atribuído ao matemático andaluz Ahmad Al-Majriti. O livro Foi traduzido para o latim em 1256 e se tornou extremamente influente na magia ocidental, sendo usado até mesmo por magos do Renascimento, como Cornelius Agrippa e  Marsilio Ficino. Continha feitiços que variavam desde “como destruir uma cidade com o Ray of Silence” para “como influenciar os homens à distância.” O texto também tinha uma lista de imagens mágicas e detalhada de seus usos. Frequentemente este assumiria a forma de gravura as imagens de estrelas em objetos específicos. Clique AQUI para saber mais a respeito desse livro.

Delírios De São Tomás

Um casal de gêmeos siameses é embalado por um pássaro azul gigante. Enquanto isso, dois cavaleiros cruzam lanças montados em feras monstruosas: o primeiro usa um elmo feito de raios de sol, o segundo tem 3 rostos semelhantes às fases lunares. Mais adiante, uma criança nua, com a cabeça estraçalhada, arranca pedaços do tórax e os oferece a um companheiro. Sob as asas negras de um corvo, um macaco sorridente toca violino.
Não, leitor, essas cenas não estão em um quadro de Salvador Dali. As imagens acima fazem parte dos tesouros gráficos do Aurora Consurgens – em latim, “Aurora que Surge”, escrito entre os séculos 13 e 15, um dos livros mais obscuros da Idade Média. Grande parte do seu mistério gira em torno do nome do autor. De acordo com tradições medievais, esse seria o último livro escrito por são Tomás de Aquino, um dos maiores pensadores do cristianismo.
Considerado incompreensível pela maioria dos estudiosos, Aurora pertence a um gênero há muito desaparecido: o tratado alquímico. A alquimia era uma espécie de ciência primitiva, que misturava química, filosofia, astrologia e misticismo. Seus praticantes dedicavam-se a uma tarefa digna de contos fantásticos: encontrar a fórmula da “pedra filosofal”, substância capaz de converter metais em ouro e de prolongar a vida. As imagens podem ser vistas como metáforas para os processos de transformação – um animal macho e um animal fêmea juntos, por exemplo, poderiam simbolizar a união do enxofre com o mercúrio, substâncias que os alquimistas consideravam opostas.
Durante centenas de anos, o Aurora foi uma das obras mais raras do mundo ocidental. Suas cópias limitavam-se a manuscritos esparsos. Até que no início do século 20 uma reprodução foi casualmente descoberta por um bibliófilo famoso: o psicólogo suíço Carl J. Jung, que ficou hipnotizado pelas imagens fantasmagóricas e interpretou os símbolos alquímicos do Aurora como alegorias do inconsciente humano. Jung levava a sério a versão que atribuía a obra a são Tomás. Para ele, o livro era uma transcrição das últimas palavras do filósofo, pronunciadas em seu leito de morte no mosteiro de Santa Maria della Fossa-Nuova, na Itália. A hipótese é apoiada nos relatos de alguns biógrafos que afirmam que o santo morreu em estado de perturbação mental, assombrado por delírios místicos e visões do além. “À primeira vista, o Aurora parece um texto esquizofrênico, com múltiplos sentidos divergentes”, diz Gelson Luis Roberto, presidente do Instituto Junguiano do Rio Grande do Sul. “Mas um olhar mais cuidadoso revela que, talvez, trate-se dos últimos estertores de uma mente brilhante.”

O Enigma De Veneza

Os livros impressos no século 15 são conhecidos como incunabula – de incunabulum, em latim, “berço” ou “princípio”. Raros, frágeis e belos, são objetos de desejo de qualquer bibliófilo. Em dezembro de 1499, chegou às estantes de Veneza um dos incunabula mais estranhos e controvertidos. A obra tem biografia tão intrigante quanto o título da capa: Hypnerotomachia Poliphili, que numa tradução aproximada do grego significa “A Luta Amorosa de Poliphilo em um Sonho”. A autoria é desconhecida – apenas o editor é conhecido: Aldus Manutius, o primeiro impressor profissional da Itália.
O Hypnerotomachia tem uma característica célebre: as magníficas ilustrações em litogravura. “O livro representa uma revolução na história da tipografia. É uma obra de arte”, diz o empresário e bibliófilo José Mindlin, um dos poucos sul-americanos que contam com um exemplar na prateleira. Mas o que fez mesmo a fama do livro é o fato de ser um dos mais complicados de todos os tempos. Escrito numa mistura de latim, italiano, grego, hebraico, árabe e imitações de hieróglifos egípcios, a narrativa mistura pesadelos sanguinolentos, aventuras intricadas e devaneios eróticos, entremeados por comentários sobre literatura, arte e música. O enredo é um labirinto: durante um sonho, Poliphilo parte em busca de sua amada, Polia, atravessando bosques, ruínas e cidades bizarras. Nesse cenário delirante, depara com deuses, ninfas e dragões. Um texto do século 16 sugeriu que a narrativa obscura e as ilustrações enigmáticas eram partes de um código alquímico. No best seller O Enigma do Quatro, publicado no Brasil em 2005, os autores tentam encontrar significados ocultos nos jogos de palavras do livro. Sobre a misteriosa identidade do autor, existem apenas pistas. Por exemplo: alinhadas, as letras iniciais de cada um dos 38 capítulos formam a frase “Poliam Frater Franciscus Colonna Peramavit” – em latim, “O irmão Francisco Colona amava Polia loucamente”. Sabe-se que na época havia dois Franciscos Colonna: um aristocrata romano e um monge dominicano – este, o maior suspeito. De acordo com os anais dominicanos, por volta de 1500 ele solicitou um empréstimo para ajudar na publicação de um livro. Na década de 1990, a estudiosa francesa Liane Lefaivre sugeriu nova hipótese: o autor seria Leon Battista Alberti, espécie de artista multimídia do Renascimento, que era pintor, músico, arquiteto, filósofo, poeta e linguista. Com um currículo desse calibre, Alberti bem que poderia ter escrito o livro mais complicado da literatura ocidental.

O livro de São Cipriano

São Cipriano foi o bruxo mais poderoso do seu tempo e sua história é uma das mais fantásticas do mundo, principalmente pela sua repentina conversão ao cristianismo. Quem quiser saber mais a respeito dele pode clicar AQUI e conferir a matéria completa a respeito dele e até a respeito de algumas magias do livro.
Todo mundo conhece o nome São Cipriano pelo seu famoso livro. Na verdade, Cipriano nunca quis escrever um livro. Ele fazia suas anotações e manuscritos do que foi aprendendo ao longo dos anos. Séculos mais tarde, isso foi reunido e criaram assim o livro de São Cipriano. Essas anotações e manuscritos teriam sido escritos antes de sua conversão ao cristianismo.
Na verdade, hoje em dia existem vários e vários livros creditados a São Cipriano. Incluindo o mais famoso deles: O Livro da Capa Preta, editado no Brasil pela editora ECO, dividido em 10 partes e extraído do Flor Sanctorum por Adérito Perdigão Vizeu. É a única obra que contem a famosa oração da Cabra Preta Milagrosa.
Em sua maioria, contem orações e rituais de magia negra e tratam de outras práticas relativas ao ocultismo.
Também ronda sobre esses livros o mistério, pois em vários deles vem escrito: “Não é aconselhável emprestar este tomo”.
Num aspecto geral, encontra-se instruções aos religiosos para tratar de uma moléstia, além de cartomancia, esconjurações e exorcismos. A Oração da Cabra Preta, Oração do Anjo Custódioe outras da crença popular também são inclusas (Magnificat, Cruz de São Bento, Oração para Assistir aos Enfermos na Hora da Morte, etc.). Além dos rituais de como obter um pacto com o demônio, como desmanchar um casamento e da caveira iluminada com velas de sebo.
No Brasil, o Livro de São Cipriano é usado largamente nas religiões afro-brasileiras, e se tornou um “almanaque ocultista” de fácil acesso que se dilui na crendice popular. Há ainda os mitos que o cercam: muitos consideram ser pecado possuí-lo ou simplesmente tocá-lo.

O Doutor Fantástico

A aura de mistério que cerca os Libri Fatales ou o Aurora Consurgens é alimentada pelo anonimato. Já as Opera Omnia Paracelsi (“Obras Completas de Paracelso”) entraram para o panteão dos enigmas pelo motivo oposto: as lendas e controvérsias que cercam a figura de seu autor. O suíço Theophrastus Philipus Aureolus Bombastus, mais conhecido como Paracelso, é um dos autores mais esquisitos na história. Era médico, químico e astrólogo; baixinho, enfezado e beberrão. Viajou com uma pequena trouxa de roupa pela França, Suécia, Rússia. Há quem diga que ele foi até a China, que estudou os segredos dos sábios de Constantinopla.
Paracelso fez fama transcrevendo suas experiências. Para ele, o Universo tinha demônios, espíritos e bruxas. Magia e ciência se cruzavam. E o mundo guardava uma doutrina secreta, passada a cada geração por magos persas, sacerdotes egípcios e alquimistas medievais, que ensinava a transformar metais, prever o futuro e tratar doenças incuráveis. Os inimigos esbravejavam, mas não conseguiam resolver a contradição: parecia inexplicável que a ciência maluca de Paracelso funcionasse tão bem – ele conseguia curar mais gente do que seus críticos.
A maior parte dos seus escritos foi reunida na coleção Omnia Opera, publicada no século 16. Desde então, sua fama oscila de louco a visionário. “Ele é uma figura controvertida, no limite entre a ciência e o obscurantismo”, diz Jorge de Carvalho, antropólogo da Universidade Nacional de Brasília. Essa combinação de cientista moderno e feiticeiro medieval ainda é um enigma – e as páginas de seus tratados continuam tão intrigantes e perturbadoras quanto 5 séculos atrás.

A Saga: Operação Cavalo De Tróia

Quando chegou na livraria, esse livro apesar de muito bom, foi classificado como ficção e não obteve um sucesso imediato. Bom, isso até o autor J.J.Benitez decidir dar umas entrevistas para divulgar o livro. Nessas entrevistas, provavelmente num golpe de marketing genial, Benitez afirmou que o livro era baseado em fatos reais. Pronto, explodiu, virou best-seller. O fato ganhou força quando os críticos literários começaram a falar que ou o livro era cópia de algum manuscrito, tamanha era o grau descritivo contido ali ou estávamos perante um relato verdadeiro (ao subestimar Benitez, dizem que ele não era capaz de escrever o livro, eles ajudaram a promover ainda mais).
Em resumo, Operação Cavalo de Tróia é uma coletânea de dossiês divulgados em oito livros do autor J. J. Benítez, que narra uma missão da Força Aérea dos Estados Unidos na qual um módulo chamado “berço” é levado ao ‘passado’ com o propósito de comprovar a existência de Jesus Cristo. A missão é chamada de Operação Cavalo de Tróia, e como de costume das forças militares Norte Americanas, não são revelados grandes detalhes dos métodos de física utilizados para a ‘reversão’, nada além de “novos conceitos da física quântica vindos da Europa” é dito. Conceitos obviamente, sigilosos também.
Um major, de nome não revelado, e um piloto voltam no tempo até a época de Jesus Cristo e presenciam muitos fatos narrados na Bíblia. Na verdade a Bíblia é tomada como referência, uma vez que contém as datas e eventos da época. Fornecem, também, dados da sociedade da época: costumes, leis (principalmente as leis do judaísmo), crenças (judaicas e pagãs, geografia, ambiente, etc). O major, que durante a viagem adota o nome de Jasão, é escolhido para a operação pelo seu ceticismo e imparcialidade, mas quando encontra Jesus – o Mestre – é tocado profundamente por sua mensagem e a narrativa ganha um tom delicado e humano.
Os detalhes da vida de Jesus, assim como as conversas em que Ele fala abertamente sobre sua origem divina e sobre o que é a sua missão na Terra, deixam claro que a Igreja Católica teria passado longe da mensagem original. A diferença entre os acontecimentos presenciados pelo Major e os narrados nos textos sagrados é enorme, mas compreensível. Segundo as próprias observações da personagem, os evangelistas nem sempre estavam presentes aos acontecimentos que narraram anos depois e, mesmo quando estiveram, sua formação cultural não permitia que compreendessem totalmente os acontecimentos.
Segundo esta obra, a mensagem de Jesus fala de um Deus-pai – sempre bom e generoso. Um Deus que não exige templos nem rituais (nem dizimo). Algo que precisa ser vivenciado para ser compreendido, e que não pode ser comprovado, como desejavam os militares (e a ciência).

O bizarro Codex Seraphinianus

O Codex Seraphinianus é uma enciclopédia sobre um mundo imaginário, com um texto praticamente muito estranho e com mais de mil desenhos feitos pelo artista e arquiteto italiano Luigi Serafini entre 1976 e 1978. A primeira edição do livro foi publicada em 1981 pela editora Franco Maria Ricci. Em 2006, o livro foi relançado na Itália pela editora Rizzoli numa edição mais econômica, porém com excelente qualidade de impressão.
Entre os muitos cultores do Codex contam-se Italo Calvino, Federico Zeri, Vittorio Sgarbi, Giorgio Manganelli, Achille Bonito Oliva, Tim Burton, Douglas Hofstader, Philippe Decouflé, John Cage.
Durante trinta meses o artista italiano dedicou-se integralmente a dar forma ao Codex Seraphinianus, um livro de quase 400 páginas que, de maneira fantástica e visionária, reinterpreta a zoologia, a botânica, a mineralogia, a etnografia, a arquitetura etc.
A estranha escrita da língua “serafiniana” (na verdade existe um outro termo para definir tal língua, como os amigos e amigas poderão ver mais abaixo), que percorre o livro inteiro, expressaria as seções, as legendas de desenhos e a numeração. O todo forma um conjunto homogêneo e coerente(?!) graças à criatividade do artista presente em cada página. Duas páginas contêm, entretanto, no interior das “ilustrações”, termos em francês e em inglês que não formam um sentido imediato: “fille orgiaq surgie et devinée”, “le premier jour” “you” “bien” “desir” etc.
Muitos estudiosos do livro afirmam que é inútil buscar algum sentido em sua escrita. Para esses indivíduos a leitura do livro não passa de uma experiência visual. Pois essa era a área de Serafini como artista plástico. O próprio Serafini parece reforçar essa ideia. Em certa ocasião ele declarou que sua intenção ao escrever o Codex era criar confusão e curiosidade na mente do leitor, sensações semelhante às que temos, quando crianças, quando abrimos revistas e não entendemos nada do que está escrito, apenas “sentimos” as imagens.
Quem quiser saber mais a respeito e ver as estranhas imagens desse bizarro codex, pode acessar a matéria que eu fiz no blog Noite Sinistra a respeito desse livro clicando AQUI.

A Filosofia Da Viagem No Tempo

A história de como esse livro foi escrito é um tanto confusa e retrata a loucura de uma freira ou talvez uma verdade desconhecida por todos (inclusive, Donnie Darko, um título cult do cinema, foi inspirado nesse livro). O prefácio, datado de Outubro de 1944, é usado como agradecimento a seis freiras de Saint John, Alexandria – Virgínia, pelo suporte que deram a Roberta Sparrow na decisão de escrever o livro. Consciente de que a obra que escreveu poderia não ser apenas uma obra de ficção, Roberta Sparrow pede ao destinatário do livro que, no caso de viver a experiência por ela descrita, a procure, no caso de ainda se encontrar viva. Esta passagem está claramente marcada no filme Donnie Darko, onde a “avó Morte” verifica várias vezes a sua caixa de correio, na esperança perpétua de ter recebido uma carta que confirme que o seu texto é não-fictício, antes que seja tarde demais. Donnie acaba por escrever-lhe a tão desejada carta, estando abaixo esta mesma na íntegra:”
Querida Roberta Sparrow,
Aproximei-me de si no seu livro e há tantas coisas que preciso perguntar-lhe. Às vezes tenho medo do que possa dizer-me. Às vezes tenho medo que me diga que isto não é uma obra de ficção. Só posso esperar que as respostas cheguem no meu sono. Espero que quando o mundo acabar, eu possa respirar aliviado, porque haverá tanto porque esperar…”
O prefácio do livro diz: “O propósito deste pequeno livro é para ser usado como um guia direto e simples em um momento de grande perigo. Eu rezo para que isto seja simplesmente uma obra de ficção. Se não for, então eu rezo por você, o leitor deste livro. Se eu ainda estiver viva quando os acontecimentos prenunciados nestas páginas ocorrerem, então espero que você me encontre antes que seja tarde demais.”
Abaixo segue um resumo do que é descrito no livro:

Universo Tangente

O Universo Primário é tendencioso à grande caos . guerra, praga, fome e desastres naturais são comuns . A morte vem para todos . a Quarta Dimensão do Tempo é uma construção estável, porém não impenetrável . incidentes quando o tecido da Quarta Dimensão se torna corrompido são incrivelmente raros . se um Universo Tangente ocorrer, será altamente instável, se sustentando não mais do que por algumas semanas . eventualmente vai colidir consigo próprio, formando um buraco-negro junto ao Universo Primário capaz de destruir toda a existência.

Água E Metal

Água e metal são os elementos da viagem no tempo . água é o elemento barreira para a construção de Portais Temporais usados como portais entre os Universos no Vortex Tangente . metal é o elemento transicional para a construção dos Artefatos.

Os Artefatos E Os Vivos

Quando um Universo Tangente ocorre, aqueles vivendo ao redor do Vortex vão se encontrar no epicentro de um perigoso novo mundo . os Artefatos providenciam os primeiros sinais de que um Universo Tangente ocorreu . se um Artefato ocorrer, os Vivos vão recebê-lo com grande interesse e curiosidade . os Artefatos são feitos de metal, assim como a flecha das antigas civilizações Maias, ou como a espada de metal da Idade Média . Artefatos que retornaram ao Universo Primário geralmente são conectados à iconografias religiosas, uma vez que sua aparição na terra desafia a lógica e a razão . intervenção divina é tratada como a única conclusão lógica para o aparecimento dos Artefatos.

Receptores Vivos

Os Receptores Vivos são escolhidos para guiar os Artefatos em posição para a jornada de retorno até o Universo Primário . não se sabe como ou porque o Receptor será escolhido . o Receptor Vivo é abençoado com poderes quadri-dimensionais . estes incluem super-força, telecinese, controle mental, e a habilidade de conjurar fogo e água . o Receptor Vivo é constantemente atormentado por sonhos aterrorizantes, visões e alucinações; durante seu tempo no Universo Tangente . aqueles que rodeiam o Receptor Vivo, conhecidos como Manipulados, vão temê-lo e vão tentar destruí-lo.

Os Manipulados Vivos

Os Manipulados Vivos geralmente são amigos próximos e vizinhos do Receptor Vivo . estão expostos ao irracional, ao bizarro e ao comportamento violento . esse é o infortúnio resultado de sua tarefa, que é ajudar o Receptor Vivo a enviar o Artefato de volta ao Universo Primário . os Manipulados Vivos vão fazer de tudo para se salvar do oblívio.

Os Manipulados Mortos

Os Manipulados Mortos são mais poderosos que o Receptor Vivo . Se uma pessoa morre durante seu tempo no Universo Tangente, essa terá o poder de contactar o Receptor através da Construção Quadri-Dimensional . A Construção Quadri-Dimensional é feita de água . O Manipulado Morto irá manipular o Receptor Vivo usando a Construção Quadri-Dimensional (vide Apêndice A e Apêndice B). o Manipulado Morto irá armar uma Armadilha de Segurança para o Receptor, para ter certeza de que o Artefato retorne com segurança para o Universo Primário . Se a Armadilha de Segurança for bem-sucedida, o Receptor Vivo não terá escolha além de usar os seus poderes quadri-dimensionais para mandar o Artefato de volta no tempo até o Universo Primário antes que o Buraco Negro entre em colapso consigo mesmo.

Sonhos

Quando os Manipulados Vivos acordam de sua jornada através do Universo Tangente, são perseguidos por essa experiência nos seus sonhos . muitos deles não irão se lembrar . aqueles que se lembrarem da Jornada, sentirão um grande remorso pelos pesares de suas atitudes vividas nos seus Sonhos, a única evidência física enterrada junto ao próprio Artefato, tudo que resta do mundo perdido . mitos antigos nos dizem sobre o guerreiro maia morto com uma flecha que cai de um penhasco, aonde não tinha exército ou inimigos achados. nos foi dito sobre o cavaleiro medieval, misteriosamente morto sob a espada que ainda não havia sido feita.
Nos foi dito que as coisas acontecem sem uma razão.
O Apêndice do Livro conta com duas ilustrações de Sparrow, mostradas abaixo:
O que mais assusta nesse livro é o fato dele ser escrito em 1944, por uma freira que passou parte de sua vida enclausurada em um convento e mesmo assim, os conceitos inseridos no livro só serão abordados como alvo de estudo 44 anos depois, no livro de Stephen Hawking, Uma Breve História do Tempo. Essa observação deixa a questão: Como poderia a escritora ter abordado tais conceitos se eles, embora já existissem de forma primitiva na época, eram reservados para Físicos Teóricos por meio de anotações e documentos. Não havia internet, nem livros, nada pelo qual ela pudesse entrar em contato a não ser os próprios Físicos, para engendrar essa maluca história.

Livro De Urântia

O Livro de Urântia é uma obra literária, composta por 197 documentos escritos originalmente em Inglês, traduzido recentemente para mais idiomas e que serve como base ideológica de alguns movimentos religiosos e filosóficos (clique AQUI para vocês mais a respeito).
Nas suas páginas, o livro refere ter sido compilado por um corpo de seres supra-humanos das mais diversas ordens, o texto fornece uma surpreendente perspectiva das origens, história e destino humanos, constituindo para os seus leitores assíduos uma nova revelação para a humanidade.
A identidade dos autores materiais do livro é desconhecida e nunca foi reclamada, existindo por este motivo muitas teorias a respeito da sua edição e autenticidade. O próprio livro refere que é assim para que nenhum humano possa ser proclamado “profeta” ou admirado de alguma forma por tal obra literária.
Embora seja uma fonte de inspiração e conhecimento para muitos líderes religiosos e instituições estabelecidas, religiosas ou não, não surgiu, até hoje, religião formal de seus ensinamentos. Grupos de estudo, fundações, sociedades, continuam surgindo, pois o livro é uma inspiração a debates para todos aqueles que tomam conhecimento de seu conteúdo. O próprio livro aconselha à não formação de uma religião instituída, referindo que esta deve ser pessoal.

Revelações descritas nos livros

Há uma explicação dentro de suas próprias páginas sobre sua origem e de como foi entregue aos seres humanos esses documentos, que constituem a Quinta Revelação de Urantia. Diz-se que foram autorizados por autoridades da alta Deidade e escritos por numerosas personalidades supra-mortais. É chamada de “A Quinta Revelação de Época”, pois houve outras quatro grandes revelações no planeta. São Elas:
Dalamátia – O livro descreve com pormenor a chegada e o estabelecimento de um Príncipe Planetário em Urantia. Nesta altura fundou-se a cidade-modelo – Dalamátia – e suas escolas começaram a revelar ao mundo a verdade sobre o Pai Universal – Um Deus Único. Foi a primeira revelação organizada da verdade, há cerca de 500 mil anos atrás.
Adão e Eva – Adão e Eva chegaram ao nosso mundo há quase 38 mil anos, e se estabeleceram no Jardim do Éden. Os ensinamentos de Adão Eva constituem a segunda revelação do Pai Universal às raças humanas.
Melquisedeque – Maquiventa, um Filho da Ordem dos Melquisedeques, geralmente conhecidos como filhos emergenciais, que aceitou a missão de vir a esse mundo, pois a verdade outrora revelada estava ameaçada de extinção. Maquiventa auto-outorgou-se nesse mundo no ano de 1973 a.C. durante o tempo de Abraão, onde era chamado de Melquisedeque o sábio de Salém. Ele fez renascer na mente humana o conceito de Deus-Pai Único, Criador e Sustentador de todas as coisas.
Jesus de Nazaré – O Filho Criador do nosso universo local, nasceu em Belém no ano 7 a.C.. Viveu como um modelo para todos nós, dando o exemplo de vida, até chegar a sua hora de revelar ao mundo a grande verdade de que todos somos filhos de um único Pai, sem distinção de raça, cor, credo ou condição físico-social. Essa foi a quarta revelação da verdade em nosso mundo.

Codex Gigas

O Codex Gigas (Latim, que significa Livro Gigante) é considerado o maior manuscrito medieval existente no mundo. Foi criado no início do século XIII, presumivelmente no mosteiro beneditino de Podlažice na Boémia (atual República Checa), e agora está preservado na Biblioteca Nacional da Suécia, em Estocolmo. É também conhecido como a Bíblia do Diabo, devido a uma grande figura do diabo no seu interior e da lenda em torno da sua criação.
Segundo a lenda, o escriba foi um monge que quebrou os votos monásticos e foi condenado a ser murado vivo. A fim de evitar esta severa sanção, ele prometeu a criação, em uma única noite, de um livro que glorificaria o mosteiro para sempre e que incluiria todo o conhecimento humano. Perto da meia-noite, ele teve a certeza que não conseguiria concluir esta tarefa sozinho e, por isso, fez uma oração especial, não dirigida a Deus, mas ao querubim banido Satanás, pedindo-lhe que o ajudasse a terminar o livro em troca da sua alma. O monge vendeu, assim, a sua alma ao diabo. O diabo concluiu o manuscrito do monge e foi acrescentada uma imagem do diabo como agradecimento pela sua ajuda.
Apesar desta lenda, o códice não foi proibido pela Inquisição e foi analisado por muitos estudiosos ao longo dos tempos.
O manuscrito contém figuras decoradas (iluminuras) em vermelho, azul, amarelo, verde e dourado. As letras maiúsculas que iniciam os capítulos estão elaboradamente decoradas com motivos que, frequentemente, ocupam grande parte da página. O Codex tem um aspecto uniforme pois a natureza da escrita não é alterada em toda a sua extensão, não evidenciando sinais de envelhecimento, doença ou estado de espírito do escriba. Isto levou a que se considerasse que todo o texto foi escrito num período de tempo muito curto (ver Lenda). No entanto, atendendo ao tempo necessário à marcação das guias de delimitação das linhas e das colunas, à escrita do texto, e ao desenho e pintura das ilustrações, os peritos acreditam que o livro terá levado mais de 20 anos a ser concluído.
A página 290 contém apenas uma figura original de um diabo, com cerca de 50 cm de altura. Algumas páginas antes desta, estão escritas sobre um velino escurecido e os caracteres são mais esbatidos que no resto do manuscrito. A razão para a diferença nas cores é que o velino, por ser feito a partir de peles animais, escurece quando exposto à luz. No decurso dos séculos, as páginas mais expostas acabaram por ter um aspecto mais escuro.

Manuscrito Voynich

Foi descoberto em 1912 na Villa Mondragone, em Frascati, perto de Roma, aquilo que representa um dos maiores enigmas do mundo. Junto de outros livros, um manuscrito misterioso e de conteúdo indecifrável até os dias de hoje, vem desafiando pesquisadores em etimologia (estudo da formação dos idiomas) e cientistas em várias áreas. Tudo teve início quando um comprador de antiguidades, o americano Wilfrid M. Voynich, adquiriu de um antigo colégio de jesuítas na Itália um estranho livro de caracteres indecifráveis até os tempos atuais, tendo em anexo uma carta com data de 1666 se referindo ao antigo proprietário do livro, o imperador Rodolfo II, da Boêmia (hoje região da Alemanha).
O livro estranho foi parar em Nova York depois de morte de Voynich e sua esposa. Por sua vez, o comprador, Hans P. Krauss, o doou para a biblioteca da Universidade de Yale. Clique AQUI para saber mais sobre ele.

Necronomicon

O Necronomicon (Livro de Nomes Mortos) também conhecido por Al Azif (Uivo dos Demônios Noturnos) foi escrito por Abdul Alhazred, em torno de 730 d.C, em Damasco. Ao contrário do que se pensa, não se trata somente de um compilado de rituais e encantos, e sim de uma narrativa dividida em sete volumes, numa linguagem obscura e abstrata. Algunstrechos isolados descrevem rituais e fórmulas mágicas, de forma que o leitor tenha uma idéia mais clara dos métodos de evocações utilizados. Além de abordar também as civilizações antediluvianas e mitologia antiga, tendo sua provável base no Gênese, no Apocalipse de São João e no apócrifo Livro de Enoch. Reúne um alfabeto de 21 letras, dezenove chaves (invocações) em linguagem enochiana, mais de 100 quadros mágicos compostos de até 240 caracteres, além de grande conhecimento oculto.
Segundo o Necronomicon, muitas espécies além do gênero humano habitaram a Terra. Estes seres denominados Antigos, vieram de outras esferas semelhantes ao Sistema Solar. São sobre-humanos detentores de poderes devastadores, e sua evocação só é possível através de rituais específicos descritos no Livro. Até mesmo a palavra árabe para designarantigo, é derivado do verbo hebreu cair. Portanto, seriam Anjos Caídos.
O autor do Necronomicon, Abdul Alhazred, nasceu em Sanna no Iêmen. Em busca de sabedoria, vagou de Alexandria ao Pundjab, passando muitos anos no deserto despovoado do sul da Arábia. Alhazred dominava vários idiomas e era um excelente tradutor. Possuía também habilidades como poeta, o que proporcionava um aspecto dispersivo em suas obras, incluindo o Necronomicon. Abdul Alhazred era familiarizado com a filosofia do grego Proclos, além de matemática, astronomia, metafísica e cultura de povos pré-cristãos, como os egípcios e os caldeus. Durante suas sessões de estudo, o sábio acendia um incenso que combinava várias ervas, entre elas o ópio e o haxixe.
Alhazred adaptou a interpretação de alguns neoplatonistas sobre o Necronomicon. Nesta versão, um grupo de anjos enviado para proteger a Terra tomou as mulheres humanas como suas esposas, procriando e gerando uma raça de gigantes que se pôs a pecar contra a natureza, caçando aves, peixes, répteis e todos os animais da Terra, consumindo a carne e o sangue uns dos outros. Os anjos caídos lhes ensinaram a confeccionar jóias, armas de guerra e cosméticos; além de ensinar encantos, astrologia e outros segredos.
Existe uma grande semelhança dos personagens e enredos das narrações do Necronomicon em diversas culturas. O mito escandinavo do apocalipse, chamado Ragnarok, é sugerido em certas passagens do Livro; além dos Djins Árabes e Anjos Hebraicos, que seriam versões dos deuses escandinavos citados. Este conceito também é análogo à tradição judaica dos Nephilins.
Uma tradução latina do Necronomicon foi feita em 1487 pelo padre alemão Olaus Wormius, que era secretário de Miguel Tomás de Torquemada, inquisidor-mor da Espanha. É provável que Wormius tenha obtido o manuscrito durante a perseguição aos mouros. O Necronomicon deve ter exercido grande fascínio sobre Wormius, para levá-lo a arriscar-se em traduzi-lo numa época e lugar tão perigosos. Uma cópia do livro foi enviada ao abade João Tritêmius, acompanhada de uma carta que continha uma versão blasfema de certas passagens do Gênese. Por sua ousadia, Wormius foi acusado de heresia e queimado juntamente com as cópias de sua tradução. Porém, especula-se que uma cópia teria sobrevivido à inquisição, conservada e guardada no Vaticano.
O percurso histórico do Necronomicon continua em 1586, quando o mago e erudito Jonh Dee anuncia a intenção de traduzi-lo para o idioma inglês, tendo como base a versão latina de Wormius. No entanto, o trabalho de Dee nunca foi impresso mas chegou até as mãos de Elias Ashmole (1617-1692), estudioso que os reescreveu para a biblioteca de Bodleian, em Oxford. Assim, os escritos de Ashmole ficaram esquecidos por aproximadamente 250 anos, quando o mago britânico Aleister Crowley (1875-1947), fundador do Thelema, os encontrou em Bodleian. O Thelema é regido pelo Livro da Lei, obra dividida em três capítulos na qual fica evidente o plagio da obra de Jonh Dee. No ano de 1918, Crowley conhece a modista Sônia Greene e passa alguns meses em sua companhia. Sônia conhece o escritor Howard Phillip Lovecraft em 1921, e casam-se em 1924. Neste período, o autor lança o romance A Cidade Sem Nome e o conto O Cão de Caça, onde menciona Abdul Alhazred e o Necronomicon. Em 1926, um trecho da obra O Chamado de C`Thullu menciona partes do Livro da Lei, de Crowley. Portanto, o ressurgimento contemporâneo do Necronomicon deve-se a Lovecraft, apesar de não haver evidências de que o escritor tivesse acesso ao Livro dos Nomes Mortos.
Algumas suposições aludem a outras cópias que teriam sido roubadas pelos nazistas na década de 30. Ainda nesta hipótese, haveria uma cópia do manuscrito original feita com pele e sangue dos prisioneiros dos campos de concentração, que na 2ª Guerra foi escondida em Osterhorn, uma região montanhosa localizada próxima a Salzburg, Áustria. Atualmente, não é provável que ainda exista um manuscrito árabe do Necronomicon. Uma grande investigação levou a uma busca na Índia, no Egito e na biblioteca de Mecca, mas sem sucesso.

Considerações Finais

Como eu mencionei mais acima, muitos desses livros estiveram envolvidos em discussões e polêmicas, e algumas impressões compartilhadas nessa matéria são impressões da minha fonte de pesquisa (ver abaixo as fontes). É logico que essas impressões e opiniões podem ser alvo de controvérsias (eu me assustaria se não fossem), e convido vocês a se pronunciar nos comentários.
Eu sempre procuro me apoiar em várias publicações para compilar uma matéria, e muitas vezes acabo preservando as impressões dessa fonte, foi o que aconteceu nesse caso. Algumas vezes eu compartilho da mesma opinião, outras não, mas a minha opinião é a coisa menos importante nesses casos, afinal de contas a intenção da matéria é trazer a vocês um assunto curioso e instigar vocês a continuarem pesquisando a respeito desse assunto se ele interessar a vocês.
Então antes de agredir o autor da matéria por ele apresentar uma opinião diferente da de vocês, procure entender essa opinião e talvez se colocar no lugar da pessoa que publica as matérias.
Discussões bem argumentadas e tratando aos demais com educação são sempre bem vindas.

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